Quatro organismos das Nações Unidas lançaram um conjunto de indicadores para acompanhar os impactos do calor extremo sobre gestantes, recém-nascidos e crianças. A iniciativa foi anunciada em 21 de outubro.
Participam a Organização Mundial da Saúde, a Organização Meteorológica Mundial, o Unicef e o Fundo de População das Nações Unidas.
A proposta recomenda observar registros de partos prematuros, baixo peso ao nascer, hipertensão na gestação, mortes infantis e procura por serviços de saúde durante períodos de calor intenso.
O acompanhamento da frequência escolar também aparece como uma forma de identificar alterações na rotina das crianças.
Segundo o comunicado, cerca de 1,5 bilhão de crianças estão expostas a ondas de calor que se tornam mais frequentes, prolongadas ou severas.
A orientação é combinar informações dos serviços de saúde com dados de exposição ao calor. Esse cruzamento pode ajudar a reconhecer mudanças incomuns, investigar possíveis impactos e organizar a resposta.
As instituições afirmam que o monitoramento deve apoiar o planejamento das unidades, a emissão de alertas às famílias e a identificação de comunidades que precisam de maior proteção.
Fonte: OMS, OMM, Unicef e UNFPA.
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