O Ministério Público do Trabalho (MPT) informou, em publicação nas redes sociais, que recebeu mais de 400 denúncias desde o encerramento do segundo turno das eleições até as 16h40 do dia mencionado na postagem. O órgão afirmou que investigará os relatos recebidos e reforçou que a escolha política dos trabalhadores deve ser respeitada.
A publicação compartilhada não informa a data exata da atualização nem detalha a distribuição das denúncias por estado. Por isso, o número não deve ser interpretado como um balanço exclusivo de Mato Grosso do Sul ou como o total acumulado de todo o período eleitoral.
O assédio eleitoral no trabalho pode ocorrer por meio de ameaças, intimidações, constrangimentos ou outras formas de pressão para influenciar a escolha política de uma pessoa. A situação também pode envolver retaliações relacionadas ao posicionamento do trabalhador, conforme as circunstâncias de cada caso.
O MPT em Mato Grosso do Sul reforça que o recebimento de denúncias continua mesmo após o encerramento da votação. Em balanço divulgado antes do segundo turno, o órgão destacou que as práticas relatadas devem ser analisadas individualmente. Uma denúncia, por si só, não comprova que houve irregularidade.
Até o encerramento do segundo turno, em 25 de outubro, o MPT havia recebido 1.939 denúncias em todo o país ao longo do período eleitoral, segundo balanço divulgado por uma unidade do órgão. Esse dado tem período de referência diferente dos mais de 400 relatos citados na postagem enviada ao 96 News.
Como denunciar
Quem tiver conhecimento de uma situação de possível assédio eleitoral pode procurar o MPT pelo canal indicado na publicação: mpt.mp.br/assedio-eleitoral. Em Mato Grosso do Sul, também é possível utilizar a página de denúncias do MPT-MS.
Fonte: publicação do perfil @mptrabalho enviada à redação e informações do MPT.
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