Foto: Divulgação
A paralisação de caminhoneiros iniciada nesta semana tem como principal objetivo pressionar o Senado Federal a votar a Medida Provisória (MP) do Frete, que perde a validade na próxima quinta-feira (16). O movimento foi convocado por lideranças da categoria, entre elas Wallace Landim, conhecido como Chorão, que condiciona o fim da mobilização à aprovação da proposta.
A MP reforça a fiscalização do piso mínimo do frete rodoviário, amplia mecanismos de punição para o descumprimento da tabela e busca garantir maior segurança financeira aos caminhoneiros autônomos. A categoria considera a medida essencial para assegurar o cumprimento do piso do frete.
As paralisações começaram em portos e pontos estratégicos do país. O governo federal acompanha a mobilização e busca evitar uma greve de maior alcance, enquanto lideranças dos caminhoneiros afirmam que o movimento poderá se tornar nacional caso a MP não seja apreciada pelo Senado antes do vencimento do prazo.
Até o momento, não há registro de um cenário semelhante ao da greve de 2018, que provocou desabastecimento em diversas regiões do país. Mesmo assim, autoridades seguem monitorando a situação e os possíveis impactos na logística e no transporte de cargas.
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