A Etiópia está ampliando medidas para prevenir e identificar a exposição ao chumbo, segundo relato divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na quinta-feira (22).
A estratégia envolve orientação clínica, capacidade laboratorial, diagnóstico e acompanhamento dos pacientes. O objetivo é conectar o atendimento individual à identificação das fontes de contaminação.
Entre os riscos citados estão reciclagem inadequada de baterias, poeira e solo contaminados, determinados utensílios e outros produtos sem controle suficiente.
A OMS destaca a vulnerabilidade das crianças, cujo cérebro e sistema nervoso ainda estão em desenvolvimento. A exposição pode prejudicar aprendizagem, atenção e comportamento.
O trabalho também considera situações em que trabalhadores transportam partículas contaminadas para casa em roupas, calçados ou ferramentas.
No Instituto Etíope de Saúde Pública, a ampliação da análise de metais tóxicos busca tornar a detecção mais confiável. Os resultados precisam ser relacionados à avaliação clínica e à investigação ambiental.
Segundo a organização, a prevenção exige articulação entre saúde, proteção do trabalhador, gestão de resíduos e fiscalização de produtos. A identificação de um caso pode ajudar a interromper a exposição de outras pessoas da mesma família ou comunidade.
Fonte: Organização Mundial da Saúde.
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