Educação superior transforma vidas e prepara jovens para os desafios do mercado de trabalho

Reitora do Insted destaca importância da qualificação, inovação e incentivo para que estudantes busquem uma formação profissional

Educação superior transforma vidas e prepara jovens para os desafios do mercado de trabalho

Foto: 96 News

Em um cenário de rápidas transformações no mercado de trabalho, a educação superior continua sendo uma das principais ferramentas para ampliar oportunidades profissionais e transformar realidades. Para a reitora do Insted Centro Universitário, Neca Chaves Bumlai, investir em conhecimento é fundamental para que os jovens desenvolvam habilidades, conquistem autonomia e estejam preparados para os desafios do futuro.

Com uma trajetória familiar ligada à educação, a reitora destaca que a instituição busca unir experiência e inovação na formação dos estudantes.

“Eu tenho tradição em educação. Meu pai, professor Pedro Chaves, tem mais de 60 anos na educação, e minha mãe, professora Reni Chaves, tem experiência de 40 anos em uma escola. O Insted vem aliando a tradição e também a inovação. Nós oferecemos uma educação de muita qualidade, olhando para o mercado de trabalho e para a empregabilidade”, afirmou.

Segundo Neca, além do conhecimento técnico, as instituições precisam estimular características que são cada vez mais valorizadas pelas empresas, como criatividade, iniciativa e capacidade de análise.

“O nosso objetivo é despertar nesse aluno o empreendedorismo, que eu vejo como fundamental hoje em dia. Que ele tenha iniciativa, criatividade e senso crítico”, explicou.

A reitora ressalta que a formação acadêmica precisa estar conectada à realidade profissional. Por isso, o Insted trabalha com estudos de casos e experiências práticas dentro da sala de aula.

“Nós trazemos casos práticos, estudos de casos reais para dentro da sala de aula. Temos parceria com empresas e com a Associação Comercial de Campo Grande. Nossos alunos de Administração, desde o primeiro semestre, já têm essa experiência na prática”, destacou.

Para Neca, um dos grandes desafios do ensino superior atualmente é ampliar o acesso e garantir que os estudantes consigam permanecer até a conclusão do curso.

“São mais de 10 milhões de estudantes no ensino superior no Brasil, e a iniciativa privada representa 80% desse mercado. O grande desafio é fazer com que esse aluno venha para o ensino superior, entenda que vai ganhar mais e que pode transformar a própria vida. Também é preciso acolher os desafios financeiros e emocionais para que ele consiga continuar e terminar sua graduação”, afirmou.

A tecnologia também faz parte desse processo de transformação. A reitora explica que a inteligência artificial já é utilizada como ferramenta de apoio ao aprendizado, mas reforça a necessidade de desenvolver o pensamento crítico dos estudantes.

“Nós utilizamos a inteligência artificial e temos o letramento digital, que é ensinar esses alunos a usar a IA de forma ética, responsável e com criticidade. Não é para confiar em tudo. Precisamos desenvolver nos estudantes o senso crítico para que eles saibam analisar as informações e utilizem essa ferramenta como uma aliada”, explicou.

Para acompanhar uma nova geração de estudantes, chamada de geração Z, Neca afirma que o ensino precisa ser mais dinâmico e conectado com a prática.

“Para ensinar essa geração, precisamos ter um currículo dinâmico, sempre com um olhar para o mercado, oferecendo um curso atualizado e interessante. O estudante precisa enxergar uma aplicabilidade e um sentido naquilo que está aprendendo. O professor não pode mais ser apenas um repassador de conteúdo, ele precisa desafiar o aluno, trazer casos práticos e estudos de caso para que ele veja sentido no aprendizado”, destacou.

A reitora também reforça que a formação profissional não termina com a graduação e que o aprendizado deve acompanhar toda a trajetória.

“Nós precisamos ensinar o aluno a aprender a aprender, porque ele precisa estar em constante aprendizado. É algo para a vida toda. As coisas novas estão surgindo muito rapidamente, principalmente com a inteligência artificial, então é necessário estar sempre se atualizando”, disse.

Além da formação dentro da universidade, os projetos de extensão aproximam os estudantes da comunidade e fortalecem a experiência prática. No Insted, a população tem acesso a serviços gratuitos em diferentes áreas.

“Os projetos de extensão são muito importantes. Nós temos a nossa clínica de psicologia gratuita para a população e participamos de mutirões levando vários serviços, como atendimento odontológico, núcleo de apoio fiscal, ajuda para declaração de imposto de renda, abertura de MEI, assessoria fiscal e contábil e orientação jurídica. A comunidade ganha sendo atendida e os alunos fortalecem cada vez mais a prática profissional”, contou.

A instituição também aposta em um corpo docente formado por profissionais com ampla experiência no mercado. Na área jurídica, por exemplo, a reitora destaca a presença de magistrados e especialistas.

“Buscamos trazer o que há de melhor no nosso corpo docente para que os estudantes tenham uma formação de qualidade. Temos profissionais de ponta, como o doutor Ruy Celso, que é corregedor do Tribunal de Justiça e coordenador do curso de Direito, o doutor Alexandre Raslan, que coordena as pós-graduações e também é desembargador, além de juízes, delegados e vários profissionais capacitados em outros cursos”, afirmou.

Ao falar diretamente com os jovens que ainda estão decidindo o futuro profissional, Neca deixa uma mensagem de incentivo e destaca o papel transformador da educação.

“Ainda vale a pena fazer um curso superior. A educação transforma a vida das pessoas. Quem faz o ensino superior tem uma renda 150% maior do que quem tem apenas o ensino médio. Eu acredito no poder transformador da educação. Um recado importante para os jovens: não desistam. Eu sei que é difícil, é preciso ter resiliência e força de vontade, mas a educação é a única forma verdadeira de mudar a vida”, declarou.

A reitora também orienta os estudantes a buscarem caminhos de qualificação, começando por cursos técnicos ou ingressando diretamente na graduação.

“Faça um curso técnico e depois faça um curso superior. Vai valer a pena. É isso que vai fazer diferença na vida dos estudantes”, aconselhou.

Neca ainda reforçou que a experiência universitária vai além da sala de aula, envolvendo convivência, troca de conhecimentos e construção de contatos profissionais.

“É importante frequentar o ambiente da faculdade, fazer network, construir relacionamentos e aprender uns com os outros e com os professores. Eu incentivo muito isso”, finalizou.

 


Maria Pereira

Maria Pereira

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