A Prefeitura de Campo Grande anunciou, na tarde desta quinta-feira (15), uma nova etapa de investimentos em habitação popular na Capital. A prefeita Adriane Lopes assinou uma autorização para viabilizar a construção de dois empreendimentos habitacionais, que juntos somam 352 apartamentos destinados a ampliar o acesso à moradia.
A iniciativa envolve a participação dos governos municipal, estadual e federal e contempla famílias que buscam conquistar a casa própria por meio de programas de habitação de interesse social.
Os empreendimentos previstos são o Condomínio Residencial Leblon, com 192 apartamentos, e o Condomínio Residencial Zélia Gattai, que contará com outras 160 unidades.
Somados, os valores de investimento anunciados para os dois projetos chegam a R$ 72,2 milhões.
Apartamentos no bairro Leblon
O Condomínio Residencial Leblon será implantado no bairro de mesmo nome e contará com investimento previsto de R$ 40 milhões.
O projeto contempla a construção de 192 apartamentos, distribuídos em unidades com sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço.
A iniciativa busca ampliar a oferta habitacional em uma região da cidade que apresenta demanda por infraestrutura e serviços públicos.
A construção de novos conjuntos residenciais também exige planejamento relacionado ao transporte coletivo, abastecimento de água, saneamento e acesso a equipamentos comunitários.
Novas moradias no Tarumã
O segundo empreendimento será o Condomínio Residencial Zélia Gattai, localizado no bairro Tarumã.
O investimento previsto é de R$ 32,2 milhões para a implantação de 160 apartamentos.
As unidades também serão compostas por dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
O projeto integra as ações destinadas a atender famílias que enfrentam dificuldades para adquirir imóveis no mercado convencional.
Sorteio está previsto para 2027
Segundo a administração municipal, a previsão é que os apartamentos sejam sorteados pela Agência Municipal de Habitação no início de 2027.
Entretanto, a realização do sorteio e a definição dos beneficiários dependem das regras e dos procedimentos administrativos aplicáveis aos programas habitacionais.
A assinatura da autorização não significa que os apartamentos estejam concluídos ou disponíveis para ocupação imediata.
Os interessados devem acompanhar os canais oficiais da Prefeitura e da Agência Municipal de Habitação para obter informações sobre cadastro, requisitos e futuras etapas de seleção.
Impactos na economia
Além do aspecto social, a construção dos empreendimentos poderá movimentar o setor da construção civil.
A execução das obras envolve contratação de mão de obra, aquisição de materiais e prestação de serviços especializados.
Os reflexos econômicos dependerão do cronograma efetivo de implantação dos projetos.
A medida representa mais uma iniciativa voltada à redução da demanda por moradia e à ampliação das possibilidades de acesso à casa própria em Campo Grande.
FONTE: Prefeitura de Campo Grande
Comentários (0)
Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.
EntrarNão há comentários nesta matéria. Seja o primeiro a comentar!