Foto: Divulgação Câmara
A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou nesta terça-feira (7) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, que prevê receita corrente líquida de R$ 6,4 bilhões para o próximo ano. O projeto recebeu 485 emendas parlamentares, a maioria voltada para infraestrutura, mobilidade urbana, logística e planejamento da cidade. Agora, o texto segue para sanção ou veto do Executivo municipal.
De autoria da Prefeitura, o Projeto de Lei nº 12.379/2026 foi aprovado em primeira e segunda discussões durante sessões realizadas nesta terça-feira. Dos 495 pedidos de alteração apresentados pelos vereadores, dez foram considerados tecnicamente incompatíveis e não foram incluídos na votação.
Além das áreas de infraestrutura e mobilidade, as emendas contemplam ações para saúde, educação, habitação, assistência social, cultura, esporte, desenvolvimento econômico e governança.
Segundo o relator da proposta, vereador Landmark Rios, as alterações refletem as principais demandas apresentadas pela população, como investimentos em infraestrutura urbana, valorização dos profissionais da saúde e da educação, melhorias na mobilidade e realização de concursos públicos.
O presidente da Câmara, vereador Papy, destacou que as emendas atendem diferentes necessidades do município, incluindo melhorias no transporte coletivo, recuperação da malha viária, sustentabilidade e políticas públicas voltadas ao bem-estar da população.
Além da receita corrente líquida de R$ 6,4 bilhões, a LDO estima receita corrente total de R$ 7,26 bilhões para 2027, crescimento de 4,12% em relação ao orçamento previsto para este ano.
O documento estabelece as prioridades da administração municipal e servirá de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Entre as metas previstas estão a ampliação do acesso aos serviços de saúde, fortalecimento das políticas para a primeira infância, expansão dos programas habitacionais, investimentos em infraestrutura urbana, incentivo ao desenvolvimento econômico, melhorias na educação e realização de concursos públicos.
Com a aprovação pelos vereadores, o projeto será encaminhado ao Executivo municipal. Caso a prefeita vete alguma das emendas, a decisão retornará à Câmara para nova análise dos parlamentares.
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